Penedo, orgulho alagoano, patrimônio histórico brasileiro

HISTÓRIA DA CIDADE

A primeira penetração em terras do atual Município verificou-se em 1560, quando Duarte Coelho Pereira, donatário da Capitania de Pernambuco, andou por aquelas paragens, em perseguição aos índios Caetés, culpados pela morte do bispo Pero Fernandes Sardinha. O topônimo - Penedo - advém de estar o centro de povoamento a relativa altitude no melo de largas esplanadas. Foi este o primeiro núcleo populacional do atual Estado de Alagoas. 

A localidade prosperou, sendo em 1636 elevada a vila, com o nome de S. Francisco. No ano seguinte, entretanto, os holandeses que estavam em Alagoas desde 1631, entraram em Penedo, exatamente a 27 de março. Eram as tropas do holandês Segismundo van Schkoppe que, perseguindo Bagnuolo, demandavam o Sul. Enviados por Maurício de Nassau, permaneceram na vila 700 soldados e 200 índios, sob o comando de Jol, resolvidos a impedir a retirada de Luís Barbalho e seus comandados. 

Mudada a denominação da localidade para Maurícia, ficou decidido se construísse um forte; nesse estabelecimento militar ficaram 1 600 homens. Com a restauração portuguêsa, manifestou-se a reação brasileira ao domínio batavo. Chefiava os brasileiros, Valentim da Rocha Pita, que com suas forças inflingiu sucessivos reveses ao inimigo até a vitória final. 

Os anos que se sucederam à expulsão dos holandeses foram de relativa calma interrompida apenas pela luta contra o quilombo dos Palmares e pela revolta de 1817, que teve maior repercussão por haver saído o Município de uma epidemia. Aderindo primeiramente aos revoltosos, mais tarde voltaram a prestar juramento de fidelidade à realeza. Quando, em 18 de abril de 1817, o exército comandado pelo Marechal Joaquim Melo Leite Cogominho de Lacerda transpôs o rio São Francisco, forças de Penedo a ele se juntaram. Cessadas as lutas Penedo reencontrou o caminho do progresso. 

 Fonte: Biblioteca IBGE






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